Produto

Um dado lançado uma vez.
Uma operação inteira atualizada.

A "espinha" do VERO é simples de explicar e difícil de copiar. Tudo o que acontece no talhão caminha sozinho até o estoque, o custo, o resultado da safra e a tela da diretoria.

  1. 1Safra
  2. 2Talhão
  3. 3Planejamento
  4. 4Execução
  5. 5Estoque
  6. 6Custo
  7. 7Resultado
  8. 8Dashboard
1–2

Safra e talhão: a fundação

Tudo começa na abertura da safra: variedades, porta-enxertos e talhões. Na fruticultura irrigada, a válvula é a unidade de gestão. A fase fenológica de cada variedade é versionada, com Dia 0 na confirmação da poda. O calendário da safra nasce no campo, e não na mesa do escritório.

3

Planejamento que vira ordem de serviço

A atividade planejada (poda, raleio, aplicação, colheita) vira uma OS espelho, com equipe, insumos e máquinas previstos. O receituário agronômico com Responsável Técnico e o catálogo Agrofit/MAPA entram aqui: só se aplica o que é autorizado para a cultura e o alvo.

4

Execução: o apontamento no dia

A equipe aponta o realizado: horas, pessoas, insumos, máquinas, irrigação. O MIP/MID registra monitoramentos e aplicações por alvo; a nutrição segue as faixas por fase fenológica. Cada lançamento carrega quem fez, quando e onde.

5

Estoque com lote, validade e FEFO

O insumo apontado baixa do estoque sozinho, sempre do lote mais próximo do vencimento, ao custo médio ponderado. Na outra ponta, a compra aprovada por alçada entra conferida contra o pedido e já cria o título no contas a pagar.

6

Custo real, atribuído à válvula

Mão de obra, insumo, hora de máquina (com combustível rateado por horas de apontamento), irrigação e depreciação: tudo atribuído ao talhão que consumiu. O custo por hectare e por quilo deixa de ser estimativa de fim de safra.

7–8

Resultado e dashboard: a fazenda em uma tela

A venda expedida gera a conta a receber e fecha o ciclo: receita e custo lado a lado, por safra, fazenda, variedade e talhão. Os dashboards (executivo, financeiro, operacional e alertas) refletem cada lançamento em tempo real, com filtros globais de safra e fazenda.

Por que isso é diferente

Profundidade vertical que os generalistas não têm.

Feito para fruticultura irrigada

Válvula como unidade de custo, fenologia por variedade, porta-enxerto, fertirrigação, kg/caixa. ERPs generalistas param no talhão genérico. O VERO começa nele.

Amplo como um ERP completo

A mesma base cobre compras, estoque, frota, pessoas, comercial, financeiro e fiscal. A profundidade vertical não cobra o preço de sistemas paralelos.

Conformidade embutida, não módulo à parte

Agrofit/MAPA no cadastro, receituário com RT na aplicação, NR-31 na operação, LCDPR no fiscal, trilha de auditoria em tudo.

Multiempresa e multifazenda de nascença

Grupos com mais de um CNPJ e mais de uma fazenda operam na mesma base, com permissões e visões separadas.